Escolas pagaram 11 ME a mais em horas extraordinárias, revela auditoria da IGF

16 08 2010

A Inspecção-Geral de Finanças detectou que no ano lectivo 2007-2008 as escolas públicas pagaram 11 milhões de euros a mais em horas extraordinárias. A fórmula de cálculo usada “é contrária à lei”, aponta a IGF. O Ministério da Educação diz que não.

O Jornal de Notícias  escreve hoje que no ano passado, «a IGF procedeu a “diversas acções de controlo” orçamental, tendo a auditoria às despesas com o pessoal das escolas públicas do ensino básico ao secundário implicado diligências a três estabelecimentos de ensino e a “diversos departamentos centrais” do Ministério da Educação».

Em resposta ao JN, «o ME classifica de “útil” as actividades de controlo mas também sublinha que a auditoria feita a três escolas equivale a “0,3%” do universo de estabelecimentos de ensino».

Além dos 11 milhões de euros gastos em horas extraordinárias irregulares com parte dos mais de 160 mil professores que existem em Portugal, a IGF também sublinha que os “procedimentos de registo e controlo da assiduidade nas escolas analisadas são inadequados ou pouco rigorosos”.


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