Ministro da Agricultura garante que Portugal “não corre qualquer risco” de devolver verbas do PRODER.

5 07 2010

De visita ao concelho de Aljezur, no Algarve, o ministro da Agricultura, António Serrano, assegurou que Portugal “não corre qualquer risco” de ter de devolver, no final do ano, verbas comunitárias do Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER), cuja execução “já” supera “os 20 por cento”.

Segundo António Serrano, “85 por cento das 17 mil candidaturas” que foram feitas ao PRODER estão “decididas e contratadas”, salientando ainda que o total de execução do Programa de Desenvolvimento Rural chegue aos 30 por cento” até ao final do ano.

Tendo em conta o atual ponto de situação do PRODER, o ministro frisou que “está perfeitamente garantido que Portugal, neste ano, não corre qualquer risco de devolução de verbas” à União Europeia. “não há qualquer risco nenhum de dvolução de verbas do PRODER, rigorosamente nenhum, entretanto eu terei muito gosto em ir à assembleia da República falar nesta matéria, quando os senhores deputados assim o entenderem, estamos a fazer o nosso trabalho, estamos a caminhar na direção adequada, estamos a recuperar muito e vamos continuar a fazer esse trabalho como temos vindo a fazer até aqui. Não há riscos nenhuns nesta área. Temos uma dificuldade em outros programas que não são do PRODER mas neste momento estamos absolutamente confiantes, estamos a trabalhar para isso e não há qualquer risco, estamos no bom caminho”.

António Serrano falava à margem de uma visita ao concelho algarvio de Aljezur, para presidir à entrega de 29 contratos no âmbito do PRODER, onde salientou a importância dos pequenos projetos de dinamização dos espaços rurais, que ajudam a fixar pessoas no território e dispõem, até 2013, de mais do dobro das verbas inscritas no anterior quadro comunitário.

Este eixo do PRODER privilegia ações promovidas no âmbito de estratégias de desenvolvimento local e através de agentes organizados especificamente para esse efeito.

Os contratos entregues em Aljezur, visam a diversificação de atividades na exploração agrícola, a criação e desenvolvimento de microempresas, o desenvolvimento de projetos turísticos e de lazer, a conservação e valorização do património e a implementação de serviços básicos para a população rural.

No total, os 29 contratos relativos ao interior algarvio vão permitir criar igual número de postos de trabalho e correspondem a um investimento total de cerca de três milhões de euros.

LM/5710


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