Grupo Cívico Por Amarante Sem Barragens critica declaração de Impacto Ambiental condicionada à cota mais Baixa

3 05 2010

Depois do Ministério do Ambiente dar luz verde à barragem do Fridão, com a emissão, na sexta-feira, da declaração de impacto ambiental (DIA) condicionada à cota mais baixa da barragem de Fridão, o Grupo Cívico Por Amarante Sem Barragens promete não cruzar os braços e continuar na luta contra a construção da infra-estrutura já que os riscos da construção foram calculados tendo em conta a cota mais baixa.

Artur Freitas, o porta-voz do grupo promete ir até às últimas consequências para que a barragem não avance.

A barragem, a ser construída pela EDP, num investimento de 242 milhões de euros, está inserida no plano nacional com elevado potencial hidroelétrico, sendo a terceira a receber o parecer, depois do Alvito e Foz Tua.

A Declaração Impacto Ambiental impõe a cota mais baixa em avaliação (NPA 160) e diversas medidas ao nível dos recursos hídricos, tendo em vista a salvaguarda da qualidade da água, explicou a mesma fonte.

Ao nível do património, a declaração prevê também medidas de compensação patrimonial, como a transladação conjunta da Capela do Senhor da Ponte e da Ponte medieval de Vilar de Viando.

O aproveitamento hidrolétrico do Fridão terá uma capacidade instalada de 160 megawats.

O empreendimento afecta os concelhos de Amarante, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto e Mondim de Basto.


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