Em situação de ruptura barragem de Fridão inundaria Centro Histórico de Amarante

9 03 2010

Uma ruptura na futura barragem de Fridão poderá levar ao desaparecimento do centro histórico de Amarante. A situação é denunciada pelo Movimento Por Amarante Sem Barragens, depois de uma resposta do INAG a um pedido do Movimento, sobre as implicações de segurança da barragem.
Hugo Silva, do Movimento Por Amarante Sem Barragens, lembra que desde o inicio do processo exigiram respostas sobre as implicações de segurança da barragem, tendo mesmo enviado em Agosto uma carta aberta ao presidente da câmara para questionasse o INAG sobre o assunto, no entanto, acusa o presidente Armindo Abreu de ter feito “orelhas moucas” sobre o assunto.
Sem resposta da autarquia, o movimento pediu esclarecimentos directamente ao INAG. A resposta chegou ontem e é clara – o pior cenário previsto pelo movimento confirma-se. A haver uma ruptura na barragem à cota de 170, a água subiria na ponte de S. Gonçalo cerca de 13, 5 acima do tabuleiro o que levava ao desaparecimento do centro histórico.
De resto, o Movimento Por Amarante sem Barragens interpôs também uma providência cautelar no Tribunal de Penafiel exigindo por parte do INAG respostas claras sobre as implicações da construção da infra-estrutura e que seja aumentado o prazo de análise do estudo de impacte ambiental.
A NFM tentou uma reacção do presidente da câmara municipal sobre o assunto, mas tal não foi possível.


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